Viajens

Descobri que viajar sem motivo é a forma mais autêntica, e pura de encontrar um verdadeiro amor.
É a forma que me faz encontrar paz, e tranquilidade, ou melhor, é um "estilo de vida" que me faz reencontrar-me.


O problema não é gostar das pessoas, o problema são as elevadas espectativas que depositamos sobre elas inconscientemente. Descobri que poderia viver sem muita coisa, que o tempo me ajudaria a ser feliz, mas descobri que para a minha alma continuar viva... não posso simplesmente parar. Acidentalmente conheci a essência que mantem viva e feliz. Porquê? Quando parto sem um simples motivo, não estou à espera, ou à procura de nada, e tudo o que vem geralmente converte-se nas melhores vivências, histórias, e memórias da minha vida.


my life ♥ ツ

my life ♥ ツ
◕‿◕

I have a dream...

I have a dream...
☮continua a acreditar que ainda vale apena ☮.

mais um dia...

só quem sabe é quem passa e sente o mesmo o.O .

vive a vida.
♫ ♫

um paço de cada vez

Nunca te esqueças de ser quem és por causa de alguém.
Shiuu ^^

pensamentos...



╭∩╮(︶︿︶)╭∩╮

Concordo com a parte em que nos devíamos abrir para outra pessoas, e que se perde imenso tempo (apenas algumas pessoas) a esquecer o antigo relacionamento. Dito assim é muito bonito, mas a realidade é diferente. Ás vezes na vida faz-se tudo para esquecer esse amor, e seguir em frente... só que às vezes esse "tudo" não é suficiente, e aí surge uma sensação de frustração até se aprender a lidar com a situação, e se saber lidar com ela.Nem sempre é uma questão de se querer continuar preso ao passado.No meu caso eu fiz de tudo para seguir... nunca tive aquela esperança de voltar (sei que muitas pessoas a têm)... mudei para outra cidade, fiz novos amigos, bebi copos, descobri novos hobbies... whatever...no primeiro mês ou dois deu para dispersar um pouco os meus pensamentos... e depois? surgia a necessidade de saber se estava bem, a saudade... conheci pessoas novas... e o que tinha mudado? nada. Passou mais tempo... frustração surgiu. Porquê? Não ser capaz de esquecer uma pessoa que acabou um relacionamento sem motivo, por uma reles mensagem (o motivo descobri meses depois por mim mesma). Houve um tempo que foi perfeito, outro em que existiram complicações da parte dele (...)O fim ficou mal resolvido. Talvez a parte que levou ao que sentimento permanecesse foi o tempo perfeito que referi anteriormente... era apenas dessa parte em que tinha saudades, e que no fundo queria voltar a ter, mas que sabia que não poderia voltar a ter, e que nunca tentaria para que desse. Sensação de espacinho por preencher no meu interior.Quando acontecia algo que me deixava realmente feliz... tinha vontade de lhe contar apesar de tudo... pequenas coisas que me recordavam automaticamente dele. Passou mais tempo... conheci mais pessoas (não foram poucas...), e nenhuma me cativou para além do exterior... o tempo só ajudou a conformar-me com a ideia (até poderia nunca mais na minha vida me apaixonar, mas desde que ele fosse feliz uma parte do meu interior iria sorrir por dentro). Palavras que nunca lhe disse, e na verdade nunca as virá a saber. No entanto não é a melhor pessoa do mundo, e eu própria sabia disso, e por isso mesmo, só existia uma forma de o esquecer... tornar-me sua amiga. Afinal mais valia ter a amizade dele do que não ter nada (nem fazia sentido tentar detestar a pessoa que eu mais gostei em toda a minha vida), e poder estar por perto para poder ajuda-lo em tudo o que precisasse. Assim foi. Resultado? estar do lado de fora, e ser a amiga é a melhor jogada para quem procura esquecer acreditem. Descobri ainda mais sobre o seu carater, o carater que tentava esconder (por ser a namorada na altura), e foi isso que me ajudou a matar este sentimento por ele. Não foi fácil, mas tentei, tentei, e tentei... e o resultado era quase nulo... mas hoje algo mudou. Hoje nem falamos. Sem motivo outra vez (o meu sentimento morreu ao compreender que nem meu amigo era capaz de ser).Não sei se um dia vou voltar a amar alguém... o que despertava em mim era único, puro, verdadeiro, e incondicional... e tenho a consciência que se não cometesse os erros que cometeu podia ser diferente. Senti que era o tal, e foi o tal... mas não importa (é apenas uma memória)que vou guardar. Ajudou-me a crescer, e entender que "ninguém morre de amores". Nem tudo passa apenas suaviza. É preferível estar com pessoas que gostamos que nos levam para a frente do que com pessoas que amamos que só nos levam para trás. Não vale apena sofrer por alguém que não merece o nosso carinho. Não somos imortais como diz aqui no post, e por isso mesmo há que seguir em frente. Só vai passar quando descobrirmos a essência que nos faz realmente feliz. Pessoas geralmente só trazem desilusões pelas expetativas, e sentimentos que temos sobre elas (...) no meu caso descobri que colocar uma mochila às cotas, e viajar sem motivo era o melhor tipo de "amor" que um dia poderia vir encontrar. A morte é a única coisa que não tem solução.

Um comentário que escrevi para o blog ^shiu^, e que fiquei surpreendida com os comentários ao mesmo (...)

ϟNuno Marquesϟ

Só sei que um dia queria olhar, e dizer-te "olá".
Esse dia chegou e foi especial (:



✖ ✖ ✖ ✖
◕‿◕

happy life

Por vezes um único pensamento muda tudo :b

Liberdade de expressão

Liberdade de expressão
true*

True

true
Compreendo tão bem isto.

Life house

Life house
you and me.

Vida académica

Vida académica
Histórias.

Sem limites

Sem limites
Nunca pensei que um dia viesse a amar o que detestei, e a destar o que amei.

(:

(:
as coisas mais simples, sempre foram as mais belas

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Mudanças.

Cada vez noto mais que ando a perder a essência da escrita. Talvez seja bom, visto que... "a dor faz o escritor". Porém, não tem que existir sempre um porém.
Tenho consciência que a minha vida deu uma cambalhota como algum dia eu iria sequer imaginar. Lembro-me quando era miúda (não é que seja muito velha agora) fazer aquelas composições pedidas pela professora, cujo tema era semelhante a: " como imaginas a tua vida adulta".
Bem, na altura eu achava que sabia exatamente o que queria e por isso descrevi logo que queria viver perto do mar. Sem mar, parece que me falta o ar. Isso nunca foi uma novidade.
Sei que também imaginava um ambiente pacifico ao redor...toda a gente apostava que eu iria ser hippie. Não é que seja hippie, mas sem querer esbarrei-me em algo semelhante.
Apesar das minhas ambições não estarem no auge, como muitos...
Estão onde eu acho que encontraria um pouco de tranquilidade e escape do stress que consome a sociedade a cada dia-a-dia. A ironia é que fui crescendo e fui-me esquecendo daquilo que tinha escrito, pois os anos podem ter passado, mas o desejo sempre foi igual. Aparentemente esquecido, voltou a ressuscitar no dia em que esta possibilidade me caiu diante dos olhos.
Fez-se o clique. Vi o cenário a saltar das linhas de um caderno rasurado e com uma letra primária horrível, para um cenário semelhante a uma tela em movimento. Ondas a rebentar sobre a areia, surfistas a passear com as suas pranchas debaixo do braço...
Questionava-me sobre o porquê das pessoas se atropelarem umas sobre as outras para chegar a algum lado, quando na verdade poderiam conseguir tudo aquilo que desejavam através do seu próprio esforço. Com o tempo, chego à conclusão que é o nível ambicioso que faz a fronteira entre o caracter humano. Cada um age consoante aquilo que busca.
Talvez seja um tiro no escuro estar a aproveitar uma oportunidade de trabalho que difere bastante da área que tenho estudado durante alguns anos, mas também sei que é essa mesma oportunidade que está a aproximar-me bastante deste estilo de vida que eu procuro desde o tempo em que eu escrevia torto sobre linhas pautadas.
Também sei que, é uma sorte divinal hoje em dia arranjar um emprego qualquer, para além dos meses de verão.
Sim, sei que devo agradecer bastante a algo ou alguém. Uns procuram intensivamente, a mim caiu do céu uma chamada com uma proposta de trabalho.
Eu sei que, às vezes as coisas estão difíceis, não correm nem por sombras da forma que eu pintei quando era igualmente uma criança, mas há coisas que não controlamos, estão totalmente fora do nosso alcance. Depois há estas particularidades da vida que cobrem o mau que ficou para trás e nos demonstram que vale sempre a pena. Que a vida não estagna. O que está em perigo de estagnar somos nós próprios. O resto do mundo, nunca mas nunca estagna.
Os mais fortes continuam sempre a seguir a viagem ou então acostumam-se a seguir a maré pelo conforto.
Pequenas coisas que ainda me fazem acreditar que o bom fundo... cedo ou tarde é sempre recompensado. Não importante a abundância, apenas importa o necessário. Quem tem o necessário no fundo tem tudo. Apenas basta um pouco de humildade para a maioria aperceber-se disto.
Continuo a agradecer algures a algo ou alguém por isto. Tenho a noção que, desta vez o mérito não foi de longe meu. Apenas aproveitei uma oportunidade posta em causa, que foge muito da minha área de conforto. Ainda hoje me continuo a perguntar se vou continuar a aguentar...
Mas depois, entro por aquela porta dentro e sinto algo meio inédito. Sinto-me em casa.
É como se tivesse uma outra nova família ali a acolher-me. É necessário esforço e empenho... mas ninguém é obrigado a preocupar-se em troca e um facto verídico é que vejo preocupação a potes. Como eu já não via à muito tempo. Acho que os conquistei com algo chamado humildade.
Ainda hoje me caracterizaram de outro lado completamente distinto como: " pessoa de confiança". Por meio de tantos defeitos, acho que por vezes isto sobressai e faz-se notar. Honrar compromissos faz o caracter do ser humano. Faz a diferença. Faz parte do amadurecimento.
Faz parte do aprendizado.
Uma coisa que me está a deixar consumida por dentro e que nada tem haver...
É uma descoberta. A minha instituição de ensino não permite que os funcionários fiquem com a comida que resta ao final do dia. Quem for apanhado a guardar é penalizado. Qual é o destino? Caixote do lixo.
Instituição que chumba e aprova alunos. Com estes valores?
Uma escola deveria supostamente educar...
Não sei, digo eu.

Sem comentários: