O mundo não desabou como podes imaginar... eu sempre tive um jeito natural para o drama.
"Ao que parece a minha ex-melhor amiga" de Peniche converteu-se numa das minhas desilusões para meter na caixinha. Foi a 2ª pessoa que me aproximei de verdade desde que seguimos caminhos diferentes.
Foi das poucas pessoas que me fez sentir mais humana, sentir que era possível afeiçoar-me novamente sem questionar nada, nem ninguém... mas estava errada.
Senti necessidade de conhecer outras pessoas, de alargar a minha bolha emocional...dei por mim muito ligada a ela, dei por mim a seguir os passos dela... e não me quis converter mais nessa pessoa.
Cada um deve ter o seu próprio brilho, e eu senti que estava a perder o meu aos poucos...
Tu conheces-me minimamente, sabes melhor que ninguém que preciso de sentir-me livre, ter o meu próprio espacinho para poder reagir livremente... e por muito que goste dela, ou gostasse... deixei de me sentir bem comigo própria, deixei de sorrir com vontade...
Mudei de casa... sei que me faria melhor economicamente, e possivelmente iria ser bom o espaço entre nós duas... mas enganei-me. Fez o oposto.
Segui a minha vontade, conheci novas pessoas, reaproximei-me mais de algumas "mais antigas", basicamente criei outro tipo de laços sem me sentir presa, ou controlada de alguma forma.
A cada dia-a-dia senti que as suas respostas eram "secas", agressivas, e deixei de estar ainda mais presente. A cada dia-a-dia sentia que existia algo que estava a "morrer", sentia que estava a deixar de ser a mesma coisa, até à noite em que me viu com outras pessoas, sentou-se cinco minutos, sem me dizer um simples "olá", e de seguida me mandou uma sms ridícula a dizer "não contes comigo para mais nada".
Voltou a morrer mais um pedaço de algo que já existia.
Do pouco que já existia no meu interior.
Sei que a Sofia foi uma das poucas pessoas que eu gostei bastante, e a palavra "amiga" fazia todo o sentido na minha mente, e no meu coração, e que me desiludiu... mas quando ela se afastou de mim inicialmente eu pensei "fico feliz por estares a conhecer outras pessoas..." mas não imaginava no que ela se ia tornar a seguir. Mas isso já é outra história que não vou perder tempo a contar.
Chorei bastante por ela, foi das "amigas" por quem chorei mais, apesar de hoje olhar para ela, e não sentir nada de nada. Talvez sinta o vazio que ela deixou. Mas não me desiludi tanto como esta pessoa, que foi fria, foi má nas palavras que utilizou comigo... e uma vez magoada nada voltará a ser igual.
Deixei de acreditar em contos de fadas, e coisas do genero desde que os nossos caminhos se separaram.... mas acredita que és a única pessoa que me apetece abraçar neste momento, para te dizer o que não consigo dizer através de palavras. Eu preciso e ti, eu preciso da tua amizade.
Sinto a minha humanidade a desaparecer, e quando me ligas-te ontem senti um monte de borboletas dentro da minha barriga, senti que despertas sentimentos em mim, que as outras pessoas que me desiludem não são capazes de gerar a não ser um vazio profundo.
Eu sei que estas desilusões não matam, que em parte ajudam a crescer, mas por outro lado tornam-me mais fria, e distante com o que me rodeia.
Sinto que preciso da tua presente, porque sei que és a única pessoa que ainda consegue consertar-me por mais destruída que eu esteja. A única.
Sei que não tenho lutado, porque sei que não devo lutar...
Mas morro de medo de ver a vida a passar, e continuar sempre com a sensação que deveria fazê-lo.
Sei que consigo viver assim, mas sinto-me frágil.
É mais fácil superar desilusões desta forma, porque congelo totalmente para bloquear sentimentos, mas a intenção não é congelar, é voltar a sentir de novo... como aquelas borboletas que senti com a tua chamada.
"Ao que parece a minha ex-melhor amiga" de Peniche converteu-se numa das minhas desilusões para meter na caixinha. Foi a 2ª pessoa que me aproximei de verdade desde que seguimos caminhos diferentes.
Foi das poucas pessoas que me fez sentir mais humana, sentir que era possível afeiçoar-me novamente sem questionar nada, nem ninguém... mas estava errada.
Senti necessidade de conhecer outras pessoas, de alargar a minha bolha emocional...dei por mim muito ligada a ela, dei por mim a seguir os passos dela... e não me quis converter mais nessa pessoa.
Cada um deve ter o seu próprio brilho, e eu senti que estava a perder o meu aos poucos...
Tu conheces-me minimamente, sabes melhor que ninguém que preciso de sentir-me livre, ter o meu próprio espacinho para poder reagir livremente... e por muito que goste dela, ou gostasse... deixei de me sentir bem comigo própria, deixei de sorrir com vontade...
Mudei de casa... sei que me faria melhor economicamente, e possivelmente iria ser bom o espaço entre nós duas... mas enganei-me. Fez o oposto.
Segui a minha vontade, conheci novas pessoas, reaproximei-me mais de algumas "mais antigas", basicamente criei outro tipo de laços sem me sentir presa, ou controlada de alguma forma.
A cada dia-a-dia senti que as suas respostas eram "secas", agressivas, e deixei de estar ainda mais presente. A cada dia-a-dia sentia que existia algo que estava a "morrer", sentia que estava a deixar de ser a mesma coisa, até à noite em que me viu com outras pessoas, sentou-se cinco minutos, sem me dizer um simples "olá", e de seguida me mandou uma sms ridícula a dizer "não contes comigo para mais nada".
Voltou a morrer mais um pedaço de algo que já existia.
Do pouco que já existia no meu interior.
Sei que a Sofia foi uma das poucas pessoas que eu gostei bastante, e a palavra "amiga" fazia todo o sentido na minha mente, e no meu coração, e que me desiludiu... mas quando ela se afastou de mim inicialmente eu pensei "fico feliz por estares a conhecer outras pessoas..." mas não imaginava no que ela se ia tornar a seguir. Mas isso já é outra história que não vou perder tempo a contar.
Chorei bastante por ela, foi das "amigas" por quem chorei mais, apesar de hoje olhar para ela, e não sentir nada de nada. Talvez sinta o vazio que ela deixou. Mas não me desiludi tanto como esta pessoa, que foi fria, foi má nas palavras que utilizou comigo... e uma vez magoada nada voltará a ser igual.
Deixei de acreditar em contos de fadas, e coisas do genero desde que os nossos caminhos se separaram.... mas acredita que és a única pessoa que me apetece abraçar neste momento, para te dizer o que não consigo dizer através de palavras. Eu preciso e ti, eu preciso da tua amizade.
Sinto a minha humanidade a desaparecer, e quando me ligas-te ontem senti um monte de borboletas dentro da minha barriga, senti que despertas sentimentos em mim, que as outras pessoas que me desiludem não são capazes de gerar a não ser um vazio profundo.
Eu sei que estas desilusões não matam, que em parte ajudam a crescer, mas por outro lado tornam-me mais fria, e distante com o que me rodeia.
Sinto que preciso da tua presente, porque sei que és a única pessoa que ainda consegue consertar-me por mais destruída que eu esteja. A única.
Sei que não tenho lutado, porque sei que não devo lutar...
Mas morro de medo de ver a vida a passar, e continuar sempre com a sensação que deveria fazê-lo.
Sei que consigo viver assim, mas sinto-me frágil.
É mais fácil superar desilusões desta forma, porque congelo totalmente para bloquear sentimentos, mas a intenção não é congelar, é voltar a sentir de novo... como aquelas borboletas que senti com a tua chamada.
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